quinta-feira, 20 de março de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
FUNDAÇÃO MATA DO BUÇACO VENCE PRÉMIO MANUEL ANTÓNIO DA MOTA NO VALOR DE 50 MIL EUROS
A Fundação Mata do Buçaco foi a instituição vencedora do Prémio Manuel
António da Mota, através da candidatura sobre o trabalho desenvolvido
pelos cidadãos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra, na Mata
Nacional do Buçaco, no âmbito do Projeto BRIGHT. A decisão foi
conhecida no dia 15 de dezembro, no Porto, na Conferência “Portugal
Cidadão”, e a instituição vai receber agora um prémio pecuniário de 50
mil euros.
Mais um marco para a Mata Nacional do Buçaco, já que a Fundação que gere o espaço foi eleita, entre os dez projetos finalistas, a instituição vencedora da 4.ª edição do Prémio Manuel António da Mota.
Um reconhecimento do trabalho desenvolvido em prol daquele espaço único
pelos cidadãos reclusos, que ali laboram desde 2010, no âmbito do
BRIGHT. A vertente social do projecto foi assim galardoada com este
prémio.
Para o Presidente da Fundação Mata do Buçaco, António Jorge Franco, “este é um reconhecimento
do trabalho desenvolvido pela Fundação, os seus administradores e
colaboradores, nomeadamente, os cidadãos reclusos do Estabelecimento
Prisional de Coimbra que têm realizado um percurso notório desde o primeiro dia”.
“Quero aproveitar para agradecer também a todos os colaboradores da Fundação que receberam estes cidadãos reclusos de braços abertos, tratando-os sempre como amigos e não enquanto apenas colegas”, frisou ainda.
Por fim,
António Jorge Franco deixou ainda umas palavras aos “Estabelecimentos
Prisionais, nomeadamente, ao de Coimbra, que conseguem formar cidadãos
reclusos dando-lhes oportunidade para que possam pensar num futuro mais
risonho e na sua reintegração na sociedade”.
Recorde-se
que a candidatura da Fundação Mata do Buçaco baseou-se na integração de
cidadãos que se encontram em situação social particularmente
desfavorecida, designadamente os reclusos. Recorde-se que, tendo
mostrado disponibilidade para colaborar na integração e ressocialização
de cidadãos reclusos (atualmente perfazem um número de sete indivíduos),
a Fundação Mata do Buçaco, em cooperação com a Direção-Geral dos Serviços
Prisionais, providencia, desde 2010 até ao presente, trabalho no âmbito
da manutenção, proteção, preservação e conservação do património
natural e histórico-artístico.
Após análise
das candidaturas recebidas, provenientes de instituições de todo o
território nacional, o comité de seleção, selecionou dez instituições,
nas quais se encontrava a Fundação Mata do Buçaco, que venceu este
prémio.
Quanto às
restantes instituições finalistas estas foram: Associação CAIS,
Associação Portuguesa de Música nos Hospitais e Instituições de
Solidariedade, Associação Rede de Universidades da Terceira Idade –
RUTIS, Câmara Municipal de Odivelas, Centro de Reformados e Idosos do
Vale da Amoreira, Fundação Odemira, Liga Portuguesa Contra o Cancro,
Startup X – Associação e Universidade de Aveiro
A 4ª edição
do Prémio Manuel António da Mota pretendia dar destaque à promoção da
cidadania europeia e da concretização dos objetivos nacionais inscritos
na estratégia Europa 2020.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
ESTE NATAL, VÁ AO CIRCO SEM ANIMAIS!
Chegados ao período do Natal, deparamo-nos mais uma vez um pouco por todo o país com a degradante realidade dos circos com animais.
Um dos principais obstáculos quando se trata de chamar a atenção para esta questão, como noutras, é sem
dúvida o hábito. Desde pequenos que a maior parte de nós se habituou ao
facto de os espectáculos circenses incluírem actuações de animais, sem nunca ter pensado sobre o que isso significa na verdade.
E a realidade não é nada agradável. Existem estudos e investigações sobre as condições de cativeiro dos animais nos circos, inclusive pelo menos um feito em Portugal, mas muito podemos observar por nós próprios.
Os circos que sobretudo nesta altura do ano surgem nas
nossas cidades e vilas instalam-se com grande visibilidade, fazendo-se
anunciar com cartazes exibidos em locais de passagem habitual para a
maior parte de nós. Apesar de no local os animais
serem mantidos um pouco resguardados do olhar das pessoas, é possível
aproximarmo-nos e observá-los, observar e reflectir sobre as condições
em que se encontram.
O tipo de animais exibidos pode
variar bastante, mas não o espaço que têm à sua disposição, por norma
exíguo face ao seu tamanho, o que é sobretudo evidente no caso dos
felinos de grande porte. Quando lá estiver, não deixe também de reparar
que o ambiente em que os animais se encontram é totalmente desprovido de estímulos. Se vir algum animal caminhando em círculos sobre si próprio, balançando o corpo sem sair do lugar ou exibindo algum outro tipo de comportamento repetitivo, é muito provável que esteja perante um animal com perturbações graves a nível mental, por causa das condições em que se encontra cativo.
Muitas vezes é também possível que observe feridas
expostas, por exemplo nas patas de póneis e felinos, mas não só. Estas
feridas não são apenas sinal de negligência por parte dos funcionários
dos circos, mas possivelmente são também resultado das agressões físicas
a que os animais são sujeitos durante os treinos de obediência, quando são agredidos com chicotes, aguilhões-ganchos ou por electrocussão.
Nunca se esqueça de que os animais não são treinados. São obrigados a desempenhar habilidades sob a ameaça e o medo da fome e das agressões físicas.
Desde há pelo menos quarenta anos que uma nova corrente estética designada Novo Circo, com vários exemplos na Europa, se propõe revitalizar de modo saudável a antiga magia do tradicional espectáculo de circo, preferindo não utilizar animais
nas suas produções, concebendo espectáculos que muitas vezes se
desenrolam em torno de uma história ou tema apelativos. Muitas destas
inovadoras companhias já visitaram e continuam a visitar o nosso país.
Países como Áustria, Costa Rica, Dinamarca, Finlândia,
Índia, Singapura, Suécia, Suíça e, mais recentemente, Alemanha e Reino
Unido proibiram ou restringiram em grande medida a utilização de animais em espectáculos de circo, por considerarem que as condições em que os animais são mantidos não são dignas e são altamente prejudiciais para o seu bem-estar físico e emocional.
Manter animais em cativeiro nestas condições e para diversão não é digno também para os animais humanos que para isso contribuem. Não é sequer pedagógico, pois nenhum comportamento exibido pelos animais nos espectáculos de circo é um comportamento natural, construindo, sobretudo nas crianças, uma imagem dos animais que não corresponde à realidade da sua natureza.
O Partido pelos Animais e pela Natureza apela por isso a que não contribua para a manutenção destas práticas, recusando-se a ir a circos com animais e a denunciar todas as situações de abusos de que tenha conhecimento.
Este Natal, vá ao circo sem animais!
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
ATÉ SEMPRE, MADIBA
Nelson Mandela morreu no dia 5 de dezembro, aos 95 anos. Desapareceu o homem, mas o seu legado ficará para sempre nos nossos corações. Nelson Mandela, foi um exemplo de pacifismo, coragem e determinação. Liderou um país com graves assimetrias sociais depois do regime do apartheid que durou 46 anos, com serenidade e sabedoria, conseguindo manter a paz e unidade na África do Sul e no continente africano.
Esteve preso durante 27 anos por defender os seus ideais e em vez de acumular ressentimento e fúria contra os seus opressores, usou o seu tempo livre, entre os trabalhos forçados numa pedreira, para estudar, tendo tirado o curso de Direito por correspondência e cultivado a filosofia da não-violência inspirado por Ghandi.
Em 1987, as Nações Unidas votaram uma resolução para a libertação imediata de Nelson Mandela. Apenas três países votaram contra: EUA, chefiado por Ronald Reagan, Inglaterra, chefiada por Margareth Thatcher e Portugal, chefiado por Aníbal Cavaco Silva. Hoje Portugal está do lado certo da história, ao ter decretado um luto de três dias, com os votos unânimes de todos os Grupos Parlamentares da Assembleia da República.
O Partido pelos Animais e pela Natureza presta a sua sentida homenagem ao homem e ao seu legado a par com outros grandes pacifistas do Séc. XX. Curvamo-nos perante o seu exemplo e a sua memória.
José Porfírio Santos
5º PEDITÓRIO NACIONAL DE RECOLHA DE PILHAS E BATERIAS A FAVOR DO INSTITUTO PORTUGUÊS DO CANCRO - IPO LISBOA
CAMPANHA ATÉ 31 DE DEZEMBRO
AS SUAS PILHAS E BATERIAS USADAS AINDA TÊM MUITO PARA DAR
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A Ecopilhas, Sociedade Gestora de Pilhas e Acumuladores, promove pela quinta vez o Peditório Nacional de Pilhas e Baterias Usadas a favor do Instituto Português de Oncologia de Lisboa (IPO Lisboa).
A Ecopilhas tem como principais parceiros nesta iniciativa o Millenium BCP e a cadeia de supermercados LIDL e que disponibilizam os seus balcões e lojas, respectivamente, de norte a sul do país, para a divulgação e recolha de pilhas e baterias usadas.
Pelo segundo consecutivo José Carlos Malato é a imagem desta campanha.
Nas edições anteriores do Peditório Nacional de Pilhas e Baterias, a Ecopilhas recolheu mais de 14 milhões de unidades de pilhas e baterias usadas.
A sua contribuição é essencial. Participe!
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